Apenas despertar

Com toda a certeza proíbo
A calmaria das sombras
Quando não há vozes na sala
Oiço sempre
O teu choro quando
Perto daquele lugar
É noite... e sinto-me mal
Cuidado tu!
Despista a minha vigília
No tecto param
A escuridão e a ciência
A tranquilidade quadrada
Com certeza o tecto é feito
Da minha vigília perdida
Na sexta megalópole
O teu tecto é que já acabou
Nenhuma fealdade se eleva
(Apaga-se a si própria)
Apagadas as trevas
Acendidas as tristezas

Com toda a certeza proíbo
A calmaria das sombras
Quando não há vozes na sala
Oiço sempre
O teu choro quando
Perto daquele lugar
É noite... e sinto-me mal
Cuidado tu!
Despista a minha vigília
No tecto param
A escuridão e a ciência
A tranquilidade quadrada
Com certeza o tecto é feito
Da minha vigília perdida
Na sexta megalópole
O teu tecto é que já acabou
Nenhuma fealdade se eleva
(Apaga-se a si própria)
Apagadas as trevas
Acendidas as tristezas
1 Comments:
São poemas atrás dos outros e eu a vê-los passar...
Vocês são demais! Muito, mas mesmo muito talento!
Um grande abraço,
Daniela Mann
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