Os velhos odeiam os seus demónios
Os velhos odeiam os seus demónios
A tranquilidade, a diarreia
O lazer solitário dos saloios
A pureza e os sussurros
O rasgar das entranhas do lobo
Cheguei
Não é isso, menina?
Vai-te embora por cima do sol
Por cima do sol, por cima do sol
Para uma fundura rasa, rasa
Para uma fundura rasa
Vai-te embora por cima do sol
Nem podes imaginar o que ela pensa...
Foi por isso que me esqueci da sua face!
Deixa lá os pés, mulher
Deixa lá os pés
Foi por isso que me esqueci da sua face!
Esqueço-me
Esqueço-me, mulher
Carinhoso e afinado lobo de feira
O desinteresse dá-te um belo sabor
É isso! Tenho de estar sóbrio e humano
É isso! Tenho de ser realista e humano
Sem os meus factos que são totalmente coerentes
Onde fores uma escrava, serás a última pelo chão
É isso! Tenho de estar sóbrio e humano
É isso! Tenho de ser realista e humano
Para um ovo imortal o odor dos meus pés
Com licença, quero fazer música, conseguir que te divirtas
Homem sóbrio
Os velhos odeiam os seus demónios
A tranquilidade, a diarreia
O lazer solitário dos saloios
A pureza e os sussurros
O rasgar das entranhas do lobo
Cheguei
Não é isso, menina?
Vai-te embora por cima do sol
Por cima do sol, por cima do sol
Para uma fundura rasa, rasa
Para uma fundura rasa
Vai-te embora por cima do sol
Nem podes imaginar o que ela pensa...
Foi por isso que me esqueci da sua face!
Deixa lá os pés, mulher
Deixa lá os pés
Foi por isso que me esqueci da sua face!
Esqueço-me
Esqueço-me, mulher
Carinhoso e afinado lobo de feira
O desinteresse dá-te um belo sabor
É isso! Tenho de estar sóbrio e humano
É isso! Tenho de ser realista e humano
Sem os meus factos que são totalmente coerentes
Onde fores uma escrava, serás a última pelo chão
É isso! Tenho de estar sóbrio e humano
É isso! Tenho de ser realista e humano
Para um ovo imortal o odor dos meus pés
Com licença, quero fazer música, conseguir que te divirtas
Homem sóbrio
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